quarta-feira, 7 de março de 2012 - 0 comentários

Fotos do novo estádio nacional situada na Achada S. Filipe.




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Uma das famosas vozes caboverdianas

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Idosos de Portugal podem acolher estudantes cabo-verdianos a baixo custo

A Fundação Porto Social, em parceria com a Federação Académica do Porto (Portugal), quer dar aos estudantes estrangeiros a oportunidade de frequentarem o ensino universitário sem gastar muito dinheiro. A iniciativa "Casa para quem estuda, companhia para quem precisa", do programa "Aconchego", convence os idosos que vivem só a alojar jovens universitários nas suas residências.




Duval Alexandre Santos, cabo-verdiano, finalista de uma licenciatura em Ciências Aeronáuticas entrou para o programa em 2009, quatro anos após a sua criação. O estudante vive com uma idosa de 85 anos e explica que a experiência é boa e recomenda que os outros colegas sigam o mesmo caminho, pois, entre as muitas vantagens os “beneficiários ganham uma família e poupam dinheiro”.
“Se não fosse uma experiência boa, não estaria nos últimos três anos na companhia de uma pessoa 60 anos mais velha. Tenho total conforto, um quarto e casa de banho individuais. A minha contribuição é de 25 euros e já ganhei uma nova família em Portugal”, conta o entrevistado ao asemanaonline, para quem as Câmaras Municipais e o próprio Governo poderiam ser os intermediários dos novos estudantes no programa “Aconchego”.
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A crise teima em dar a cara...


Os trabalhadores da companhia aérea privada Halcyonair, que prestam serviço no Aeroporto Internacional da Praia, entregaram esta terça-feira uma petição à Direcção Geral do Trabalho (DGT) reclamando os cinco meses de salários que têm em atraso. No documento, os trabalhadores sublinham que todos possuem um contrato de trabalho com a empresa e estão em plena efectividade das suas atribuições profissionais.


Os signatários da petição dizem estar a cumprir rigorosamente os compromissos contratuais assumidos perante a entidade empregadora. Reconhecem os constrangimentos recentes de funcionamento e as suas consequentes repercussões na situação financeira da Halcyonair mas, frisam, a empresa não está a cumprir as suas obrigações contratuais para com eles, com manifestos prejuízos não só de ordem financeira, como também moral e psicológica, afectando a sua situação pessoal e familiar.
É que, acrescentam, apesar da legislação do trabalho dispor que o salário deverá ser pago até ao último dia útil do período a que respeita, nesta data, ainda não receberam o salário correspondente ao mês de Outubro do ano 2011. “O último salário que auferimos, o do mês de Setembro do ano passado, só nos foi pago no dia 23 de Dezembro 2011, desde essa data não vimos mais o nosso salário”, revelam.
Isso significa que, nesta data, esses trabalhadores estão com cinco meses de salários em atraso, correspondente a Outubro, Novembro e Dezembro de 2011 e Janeiro e Fevereiro de 2012. Solicitam, por isso, a intervenção da DGT junto da administração da companhia aérea visando regularizar a situação com a máxima urgência.
Apesar das dificuldades resultantes do não pagamento dos salários, estes trabalhadores mostram-se disponíveis para um encontro com a empresa, mediado pela DGT e com a presença do sindicato que os representa, o SITTHUR, para procurar uma solução negociada e de compromisso.
segunda-feira, 5 de março de 2012 - 0 comentários

Caboverdianos na Diaspora enaltecem a voz crioula

http://www.youtube.com/watch?v=m-9UzXpsbh0&feature=share
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Na luta contra o crime

O NN apurou que o jovem, Ray, que participou no roubo de três galinhas e um galo foi para a prisão porque estava com pena suspensa. O individuo irá passar seis meses na Cadeia Central porque cometeu o crime no decorrer do período de suspensão. Por isso o juiz recorreu ao artigo 56º do Código Penal para revogar a suspensão da pena. Em detrimento dessa decisão, o arguido foi condenado a reclusão.



O NN apurou que Ray é reincidente na matéria de crimes por roubo, bem como já foi apresentado por diversas vezes aos juízos crimes para prestar o 1º interrogatório. E que na Procuradoria de São Vicente existe vários processos em fase de instrução onde o jovem é suspeito da prática de roubos na via pública.

Por outro lado aquando da leitura da sentença, o acusado tinha dez dias para recorrer da sentença. Passado o período de trânsito em julgado, não interpôs o recurso e passou a desafiar a justiça. Nestas circunstâncias o juiz emitiu um mandato de captura contra Ray porque estava a esconder-se para não ser encaminhado para a prisão.

Porém há cerca de duas semanas foi detido por um oficial da justiça na Ilha de Madeira. O funcionário do Ministério da Justiça cumpriu o mandato judicial e conduziu Ray para o Palácio da Justiça. Que posteriormente foi encaminhado para a Cadeia Central para cumprir a pena de seis meses de prisão.
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A crise atingue jogadores caboverdianos em portugal


Djaniny e Marco Soares com três meses de salários em atraso no Leiria


Está difícil a vida dos cabo-verdianos Marco Soares e Djaniny na União de Leiria. Como se não bastasse ocupar o último lugar do campeonato português com apenas 15 pontos, os comandados de Manuel Cajuda recusaram treinar nesta sexta-feira, em protesto contra os salários em atraso. Mas os atletas garantem que não vão falhar o jogo de segunda-feira frente ao Olhanense.


“Foi uma decisão de todo o grupo, porque temos quase três meses de salários em atraso. Vamos a jogo segunda-feira e continuar empenhados a dar o melhor, como temos feito até aqui”, garantiu o capitão Patrick aos jornalistas, citado pela Lusa, confirmando que o plantel esteve reunido no balneário, durante cerca de uma hora, para debater a situação.
João Bartolomeu, presidente do U. Leiria, acusa entretanto a equipa técnica liderada por Manuel Cajuda de “instigar os jogadores a não treinar”. O dirigente, que se reuniu com Cajuda, diz ainda, citado pela Lusa, que a equipa técnica “só tem feito desestabilização” e assegura que o mês de Dezembro “já está pago”. “A transferência ainda demora alguns dias”, diz, a justificar o atraso.
Mas as críticas do dirigente leiriense não ficam por aqui. João Bartolomeu diz ainda que os jogadores simplesmente decidiram descansar, pois, a equipa está no último lugar e “alguns correm pouco”.
“Estão fartos de trabalhar, estão muitas horas ocupados durante a semana e ontem fizeram um jogo-treino duro. Como estão fartos de ganhar jogos e estão numa grande classificação, hoje decidiram descansar”, disse o dirigente, segundo a Agência Lusa, de forma irónica.
“Nunca mais contam comigo para tirar dinheiro das minhas firmas e pedir emprestado para pagar ordenados a jogadores. Não ponho lá mais nada. Se os jogadores tivessem moral para falar, se trabalhassem muitas horas, se tivessem grandes resultados desportivos, aí tinham muita razão. Estamos em último lugar e alguns correm pouco”, critica os jogadores do Leiria, entre eles os cabo-verdianos Marco Soares e Djaniny.